Estes são alguns lugares do Egito que você pode visitar... Em breve faremos alguns posts sobre o Egito Turistico! Espero que gostem!
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segunda-feira, 11 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
Petra - Jordânia
A atração mais popular da Jordânia é, indiscutivelmente, Petra.
Suas montanhas gigantes e intensamente vermelhas junto com inúmeros
mausoléus esculpidos dentro destes paredões formam um cenário exótico e
hipnotizante. Uma viagem inesquecível aos tesouros dos nabateus e à
cidade que por muito tempo foi um importante elo comercial nas rotas da
seda e das especiarias.
A cidade de Petra é um importante enclave arqueológico na Jordânia, situado na bacia entre as montanhas que formam o flanco leste de Wadi Araba, o grande vale que vai do Mar Morto ao Golfo de Aqaba. Em 7 de Julho de 2007 foi considerada, uma das Novas sete maravilhas do mundo.
Das mãos de um povo nómada surgiu uma das maravilhas da Antiguidade: uma cidade esculpida em arenito que resistiu à ação do tempo
Por 600 anos, uma cidade encravada no deserto da Jordânia foi considerada lenda, como Atlântida ou Tróia. Apesar de dezenas relatos ancestrais, que descreviam com precisão os monumentos grandiosos esculpidos em rocha, ninguém foi capaz de localiza-la até o início do século XIX.
Segundo essas mesmas narrações, Petra surgiu pelas mãos dos nabateus, que apareceram no Oriente Próximo por volta do século VI a.C., durante o Império Persa. Segundo os historiadores Estrabão e Diodoro da Sicília, os nabateus eram cerca de 10 mil beduínos que viviam do transporte de especiarias, incenso, mirra e plantas aromáticas. Eles levavam a carga da Arábia Feliz, atuais Iêmen e Omã, até o Mediterrâneo.
Esses nómadas, “desejosos de preservar sua liberdade chamando de ‘sua pátria’ ao deserto, não plantavam trigo e não construíam casas”, como conta-nos Jeremias, no Velho Testamento, iriam surpreender a todos criando um império e esculpindo sua capital – Petra.
Os nabateus instalaram-se nas terras de Edon, a sudeste do mar Morto. Lá, dispunham de um entreposto “sobre uma rocha extremamente forte, que tinha uma só encosta”, segundo Diodoro. Tratava-se certamente do monte Umm el Biyara, em pleno centro do maciço de Petra. Ainda em nossos dias, o acesso ao seu cume é muito difícil. Com suas sete cisternas e as vertentes verticais, essa montanha é uma fortaleza inexpugnável.
A 6 de Dezembro de 1985, Petra foi reconhecida como Património da Humanidade pela UNESCO.
A cidade de Petra é um importante enclave arqueológico na Jordânia, situado na bacia entre as montanhas que formam o flanco leste de Wadi Araba, o grande vale que vai do Mar Morto ao Golfo de Aqaba. Em 7 de Julho de 2007 foi considerada, uma das Novas sete maravilhas do mundo.
Das mãos de um povo nómada surgiu uma das maravilhas da Antiguidade: uma cidade esculpida em arenito que resistiu à ação do tempo
Por 600 anos, uma cidade encravada no deserto da Jordânia foi considerada lenda, como Atlântida ou Tróia. Apesar de dezenas relatos ancestrais, que descreviam com precisão os monumentos grandiosos esculpidos em rocha, ninguém foi capaz de localiza-la até o início do século XIX.
Segundo essas mesmas narrações, Petra surgiu pelas mãos dos nabateus, que apareceram no Oriente Próximo por volta do século VI a.C., durante o Império Persa. Segundo os historiadores Estrabão e Diodoro da Sicília, os nabateus eram cerca de 10 mil beduínos que viviam do transporte de especiarias, incenso, mirra e plantas aromáticas. Eles levavam a carga da Arábia Feliz, atuais Iêmen e Omã, até o Mediterrâneo.
Esses nómadas, “desejosos de preservar sua liberdade chamando de ‘sua pátria’ ao deserto, não plantavam trigo e não construíam casas”, como conta-nos Jeremias, no Velho Testamento, iriam surpreender a todos criando um império e esculpindo sua capital – Petra.
Os nabateus instalaram-se nas terras de Edon, a sudeste do mar Morto. Lá, dispunham de um entreposto “sobre uma rocha extremamente forte, que tinha uma só encosta”, segundo Diodoro. Tratava-se certamente do monte Umm el Biyara, em pleno centro do maciço de Petra. Ainda em nossos dias, o acesso ao seu cume é muito difícil. Com suas sete cisternas e as vertentes verticais, essa montanha é uma fortaleza inexpugnável.
A 6 de Dezembro de 1985, Petra foi reconhecida como Património da Humanidade pela UNESCO.
sábado, 2 de março de 2013
Vale do Rio Jordão
O Rio Jordão nasce da confluência de
diversos rios que descem o monte Hermon, no Líbano, e formam o Mar da
Galiléia, de água doce. Depois, continua a correr no sentido sul,
traçando a fronteira entre Jordânia e Israel até desaguar no Mar Morto,
sendo que parte das terras do lado ocidental de seu leito forma a
Cisjordânia, área controlada pelo governo israelense e reivindicada
pelos palestinos para criar ali o seu próprio país. É uma das regiões
mais turbulentas do Oriente Médio. Por isso, pouco visitada por
turistas. Uma pena, pois entre outros tesouros está Jericó, cidade cuja
idade está estimada em 11 mil anos.
O Vale do Rio Jordão é um dos locais de
mais antiga ocupação humana. As águas perenes, algo raro na região, são
os principais fatores que garantiram a viabilidade da agricultura e a
conseqüente formação de cidades. Foi de cima do Monte Nebo, de onde se
vê todo o vale, que Moisés teria avistado a Terra Prometida, berço da
religião judaica e, posteriormente, das religiões cristã e muçulmana.
Somente em torno do percurso do Rio
Jordão, que tem cerca de 250 km, há centenas de sítios históricos de
grande importância religiosa. Muita coisa ali ainda está para ser
descoberta. Para os cristãos, o lugar de maior importância é o trecho do
rio em que se acredita ter ocorrido o batismo de Jesus Cristo. Por
estar em uma região de fronteira, com forte presença militar, o local só
foi liberado pelo governo jordaniano para visitação a partir de 2000.
O caminho estreito que leva ao lugar do
batismo não oferece grandes surpresas. A construção mais proeminente é a
de uma igreja ortodoxa, que permanece fechada aos turistas. O rio é
estreito e barrento – lembra mais um córrego do que propriamente um rio.
Mas a visita vale pelo clima de misticismo e contemplação, pela
sensação de estar pisando em um lugar sagrado, que exala história e
inspira a imaginação. É uma experiência única, misto de singeleza e
grandiosidade espiritual que parece tomar conta da alma.
Parte da história do Vale do Rio Jordão e
da região do Mar Morto pode ser recuperada em passagens da Bíblia e
também em um mosaico construído por volta do ano 562 no chão da bela
igreja ortodoxa da cidade de Madaba, encravada nas montanhas próximas ao
Monte Nebo. É uma pena que grande parte do mosaico tenha sido
destruída, mas o que dele restou ajuda a entender quais eram os locais
religiosos de maior importância na época.
Madaba merece uma visita também por sua
relevância histórica. Fundada há cerca de 3.500 anos, é conhecida como a
cidade dos mosaicos, herança da dominação bizantina. Sofreu um
terremoto que destruiu a maioria das construções no ano de 747 e
permaneceu desabitada por cerca de 1.100 anos, até a década de 1880,
quando uma comunidade de cristãos expulsos de Karak refundou a cidade.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Jum3a Mubarak
Jum3a Mubarak é uma expressão em árabe que significa UMA SEXTA - FEIRA ABENÇOADA.
Assim como o domingo é sagrado para os cristãos a sexta-feira é sagrada para os muçulmanos. Em alguns países (Repúblicas Islamicas como Árabia Saudita e Irã) sexta-feira é dia de descanso, assim os seguidores do Islamismo podem ir fazer suas orações tranquilamente na Mesquita.
Sendo assim se você conhece um muçulmano deseje a ele Jum3a Mubarak
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Jordânia.
Jordânia, um país que abriga a cidade sagrada de Petra, eleita recentemente uma das
sete maravilhas do mundo moderno, pode ser uma experiência surpreendente
e reveladora, justamente por desfazer a relação simplista que
normalmente se cria entre o mundo árabe, guerras, turbulências políticas
e extremismo antiocidental.
Basta caminhar uma tarde pelas ruas de
Amã, a capital do país, para tirar a prova. A alegria solícita do povo
jordaniano é contagiante – sem contar que ali você está livre do assédio
de vendedores sedentos pelo dinheiro dos turistas, algo comum em países
como Egito e Marrocos. Se, por qualquer motivo, você disser que é do
Brasil, as relações se tornam ainda mais cordiais e amistosas. A
conversa logo descamba para o futebol, uma paixão também naquela região
do globo.
Mas não é apenas por proporcionar uma
experiência pacífica e intensa com a cultura árabe que a Jordânia
surpreende. Apesar de pequeno, o país guarda tesouros da humanidade.
Fica em um dos lugares de mais antiga ocupação humana, berço das
religiões judaica, cristã e muçulmana, onde floresceram e prosperaram
inúmeras civilizações. Junte-se a isso o exotismo da paisagem, formada
quase que completamente por desertos, e o destino se revela perfeito
para viajantes que gostam de aventura, mas não dispensam cultura e
história.
Bom Dia!! A História do Café
O café, bebida saborosa e
aromática, com propriedades tonificantes, sempre provocou paixões e
controvérsias.
O café é uma planta nativa da Etiópia, país do continente africano. Estima-se que seja conhecida há mil anos no Oriente Médio, especialmente na região de Kaffa, daí, certamente o nome " CAFÉ".
São várias as teorias a respeito do descobrimento do café, mas o que realmente é certo, é que foi descoberto em Yemen, na Arábia.
Pastores de cabras foram os primeiros a perceber os benefícios do café. Observavam que as cabras que comiam daquela pequena cereja (fruto do café), tornavam-se mais espertas e resistentes. No início, o café foi utilizado como alimento, logo passou a vinho, artigo medicinal e finalmente teve seu reconhecimento como uma bebida.
Os árabes foram os primeiros a cultivar o café (daí Coffea arabica - nome científico de uma das mais importantes espécies do café).
Os árabes foram também os primeiros a beber o café - em vez de comer ou mascar, como os pioneiros.
Mais tarde, na África, foi desenvolvida outra espécie de café, também com seus tipos e características, o "Robusta Africana", conhecido no Brasil como "Conillon", onde é menos consumido que o arábica.
O café foi trazido da Guiana Francesa ao Brasil, mais precisamente ao Estado do Pará, em 1727, pelo sargento-mor Francisco de Melo Palheta.
O Brasil ainda é o
maior produtor mundial de café e produz as duas espécies, nos Estados de
Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Paraná.
No Brasil, o café começou a ser plantado no início do século XVIII. Mas
só em 1820, o produto ganhou importância e passou a representar 43,8%
das exportações brasileiras, com a venda de 3 milhões de sacas de 60 Kg
por ano. Essa ascensão foi responsável pelo surgimento dos "Barões do
Café", grandes proprietários de fazendas suntuosas na região Sudeste do
Brasil, mais especificamente nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo.
Por causa da valorização do "ouro verde", o país ganhou projeção
internacional. O café se transformou no principal produto brasileiro de
exportação durante o Império, prosseguiu com prestígio depois da
instauração da República e hoje continua a gerar divisas para o país.
Isso fez do café uma bebida genuinamente brasileira.
Atualmente o produto é cultivando principalmente nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rondônia, Amazonas e Paraná. A cultura cafeeira é responsável pela geração de 4 milhões de empregos e de uma receita anual para o país que chega a R$ 4 bilhões. De 1985 a 2000, o consumo de café no Brasil quase que dobrou. Há 15 anos o brasileiro consumia o equivalente a 2,3 kg do produto por ano. Hoje, a média per capita é de 4,3 kg/ano. A indústria também acompanhou este crescimento. Em 1985 foram produzidas 7,1 milhões de sacas de café. A expectativa é que 2000 feche com uma produção de 15 milhões de sacas.
O café é uma planta nativa da Etiópia, país do continente africano. Estima-se que seja conhecida há mil anos no Oriente Médio, especialmente na região de Kaffa, daí, certamente o nome " CAFÉ".
São várias as teorias a respeito do descobrimento do café, mas o que realmente é certo, é que foi descoberto em Yemen, na Arábia.
Pastores de cabras foram os primeiros a perceber os benefícios do café. Observavam que as cabras que comiam daquela pequena cereja (fruto do café), tornavam-se mais espertas e resistentes. No início, o café foi utilizado como alimento, logo passou a vinho, artigo medicinal e finalmente teve seu reconhecimento como uma bebida.
Os árabes foram os primeiros a cultivar o café (daí Coffea arabica - nome científico de uma das mais importantes espécies do café).
Os árabes foram também os primeiros a beber o café - em vez de comer ou mascar, como os pioneiros.
Mais tarde, na África, foi desenvolvida outra espécie de café, também com seus tipos e características, o "Robusta Africana", conhecido no Brasil como "Conillon", onde é menos consumido que o arábica.
O café foi trazido da Guiana Francesa ao Brasil, mais precisamente ao Estado do Pará, em 1727, pelo sargento-mor Francisco de Melo Palheta.
O Brasil ainda é o
maior produtor mundial de café e produz as duas espécies, nos Estados de
Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Paraná.
No Brasil, o café começou a ser plantado no início do século XVIII. Mas
só em 1820, o produto ganhou importância e passou a representar 43,8%
das exportações brasileiras, com a venda de 3 milhões de sacas de 60 Kg
por ano. Essa ascensão foi responsável pelo surgimento dos "Barões do
Café", grandes proprietários de fazendas suntuosas na região Sudeste do
Brasil, mais especificamente nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo.
Por causa da valorização do "ouro verde", o país ganhou projeção
internacional. O café se transformou no principal produto brasileiro de
exportação durante o Império, prosseguiu com prestígio depois da
instauração da República e hoje continua a gerar divisas para o país.
Isso fez do café uma bebida genuinamente brasileira.Atualmente o produto é cultivando principalmente nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rondônia, Amazonas e Paraná. A cultura cafeeira é responsável pela geração de 4 milhões de empregos e de uma receita anual para o país que chega a R$ 4 bilhões. De 1985 a 2000, o consumo de café no Brasil quase que dobrou. Há 15 anos o brasileiro consumia o equivalente a 2,3 kg do produto por ano. Hoje, a média per capita é de 4,3 kg/ano. A indústria também acompanhou este crescimento. Em 1985 foram produzidas 7,1 milhões de sacas de café. A expectativa é que 2000 feche com uma produção de 15 milhões de sacas.
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